Arcadas do Liz - Mediação Imobiliária, Lda
  • Retalho de luxo continua a crescer em contraciclo

    Publicado a 6 de Janeiro de 2012 . Na categoria: Noticias .

    O retalho de luxo instala-se por definição em lojas de rua, e a evolução positiva que este segmento tem demonstrado nas cidades de Lisboa e Porto, evoluindo em contraciclo com a restante indústria de retalho que desde 2008 sofre dos efeitos da crise económica, favoreceu o crescimento deste nicho de mercado no nosso país.

    Nos últimos anos inauguraram em Lisboa e Porto importantes insígnias de luxo reconhecidas internacionalmente como são a Prada, Hermés, Marc Jacobs, Dolce & Gabbana, entre muitas outras. Em breve irá inaugurar na Avenida da Liberdade em Lisboa a primeira loja da Gucci em Portugal.

    As localizações por excelência das insígnias de luxo em Portugal são a Avenida da Liberdade em Lisboa e a zona de Avis no Porto. No caso de Lisboa, o crescente fenómeno de revitalização do Chiado tem atraído para esta zona marcas de luxo, que beneficiam do importante fluxo de turistas de que esta zona é alvo ao longo de todo o ano.

    Na última década as cidades de Lisboa e Porto têm vindo a atrair uma cada vez maior atenção internacional, aumentando a procura do turismo cultural e de lazer em ambas as cidades. Este aspeto tem efeitos positivos na performance do comércio de rua, ao aumentar o leque de potenciais clientes para os operadores com unidades nos destinos culturais de ambas as cidades.

    Segundo o “Globe Shopper City Index – Europe” do Economist Intelligence Unit, Lisboa obteve a sétima posição (num total de 33) entre as melhores cidades para compras em viagens internacionais. O guia de viagens britânico Lonely Planet colocou recentemente a capital portuguesa no top 10 em dois rankings, nomeadamente no segundo lugar como uma das cidades de visita obrigatória em 2012 e no sexto lugar entre os melhores destinos para férias com crianças.

    A mesma publicação, considerou em 2011 a cidade do Porto, como o quarto melhor destino a nível mundial em termos de relação qualidade-preço. Ainda relativamente a Lisboa, esta foi recentemente distinguida pela Academia do Urbanismo Britânica, uma organização que junta analistas e decisores de vários quadrantes e cidades do Reino Unido e Irlanda, com o prémio Cidade Europeia 2012.

    Para o ano dar-se-ão alguns acontecimentos na cidade lisboeta que a destacarão a nível internacional. Durante duas semanas em junho, Lisboa, escolhida entre 34 cidades candidatas europeias, irá acolher o stopover da etapa transatlântica entre os Estados Unidos da América e a Europa da Volvo Ocean Race. Já em julho, a cidade volta a acolher um evento desportivo marítimo, sendo uma das escalas do The Tall Ships Races, uma corrida de grandes veleiros que se estima que venha a atrair cerca de 1 milhão de visitantes.

    Fonte: Cushman & Wakefield

    Inquilinos ganham ascendente sobre senhorios

    Publicado a . Na categoria: Noticias .

    Está a operar-se uma mudança radical na relação entre inquilinos e proprietários de escritórios, sublinha o research desenvolvido pela Jones Lang LaSalle. De acordo com as principais conclusões do Offices 2020, cerca de 80% dos executivos da indústria imobiliária acreditam que os ocupantes têm cada vez maior poder negocial, exigindo mais dos seus senhorios e investidores.

    Benoît du Passage, Managing Director da França e Sul da Europa da Jones Lang LaSalle e que gere este projeto junto dos clientes, explicou: “Os ocupantes sabem, mais do que nunca, que estão numa excelente posição de negociação e estão a rever as suas estratégias imobiliárias para assegurar que o seu espaço de trabalho está a “trabalhar” fortemente para o seu negócio”.

    “A mudança na balança do poder está a alterar o panorama imobiliário, conduzindo a uma maior cooperação entre os inquilinos e os proprietários. Prevemos que esta posição privilegiada dos ocupantes se mantenha pelo menos nos próximos dez anos, antecipando tendências cíclicas”.

    Bill Page, Director, EMEA Research, da Jones Lang LaSalle, que está a liderar o programa de research, acrescenta: “Assistimos a uma mudança de paradigma no mercado europeu de escritórios, que é agora bastante mais influenciado pela procura. Os ocupantes estão numa excelente posição negocial no mercado e podem influenciar a promoção e construção imobiliária. Os seus requisitos podem ser bastante mais detalhados, abarcando áreas como localização, capacidade, densidade, sustentabilidade, segurança e até mesmo os sistemas de detecção de incêndios. Além disso, as parcerias flexíveis e de longo-prazo com promotores e fornecedores de serviços conduzirão a melhores resultados para ambas as partes, especialmente tendo em conta as restrições de acesso ao financiamento”.

    O mesmo responsável diz ainda que, “com um investimento cauteloso à cabeça, todas as partes podem sair beneficiadas. A pedra de toque reside na capacidade dos promotores desenvolverem parcerias de longo prazo com os seus clientes e com fornecedores de serviços, antecipando as suas necessidades, e apostarem em localizações e em configurações de espaço que permitam acrescentar valor. Além disso, o financiamento disponível para o setor de escritórios dificilmente voltará aos níveis registados antes de 2007, pelo que colaborações criativas com clientes corporativos serão cruciais para preencher essa lacuna de fundos”.

    A liderar esta tendência está o facto da duração dos contratos de arrendamento estar a decrescer, à medida que os ocupantes têm estratégias para espaços de trabalho mais flexíveis. A duração média dos contratos de arrendamento de escritórios na zona Central de Londres, por exemplo, caiu cerca de 50% de 12,7 anos em 2001 para 7,9 anos em 2011.

    A duração média dos contratos de arrendamento nos mercados mais importantes da Europa Ocidental deverão cair para os 5 anos até 2020. Este facto deverá trazer algum dinamismo e rotatividade ao mercado, já que haverá mais contratos de arrendamento a expirar e de forma mais frequente. Ainda assim, a absorção líquida e o crescimento do stock ocupado poderá cair, já que o espaço será ocupado de forma mais eficiente.

    Mariana Seabra, Diretora do Departamento de Office Agency da Jones Lang LaSalle, refere: “De facto, a relação entre os proprietários e os inquilinos está, atualmente, bastante mais favorável para estes últimos, pois face à conjuntura que vivemos pretendem beneficiar de condições mais favoráveis quer em termos de valores de renda, quer ao nível dos períodos de carência e das comparticipações dos fit-outs. Esta é a altura ideal para as empresas mudarem de instalações e conseguirem criar um escritório eficiente e com um fit-out e condições técnicas adaptadas aos tempos modernos. Os proprietários devem estar preparados para uma negociação mais aguerrida de forma a conquistar ou manter inquilinos”.

    Benoît du Passage concluiu: “Os ocupantes precisam de espaços de trabalho eficientes e não têm receio de pedir o que querem. Os promotores precisam de ocupantes de elevada qualidade. Uma vez que o imobiliário ganhou importância nas prioridades corporativas, os inquilinos e proprietários precisam de forjar uma abordagem de verdadeira parceria, já que beneficiará ambas as partes”.

    O research Offices 2020 cobre as principais questões e desafios que os ocupantes, investidores e promotores necessitarão de ter em conta ao longo da próxima década, incluindo sustentabilidade, localização, gestão de ativos, obsolescência de edifícios, tecnologias, práticas de trabalho, fit-out e financiamento.

    Esta campanha de 12 meses aborda as questões mais importantes da industria e pretende auxiliar os investidores, promotores e ocupantes a melhor perceber as tendências futuras e as alterações no seio do setor dos escritórios, conduzindo consequentemente a uma tomada de decisão mais informada no que respeita a oportunidades de negocio futuras.

    Estas são algumas das conclusões chave retiradas do estudo:

    - 83% dos profissionais do imobiliário consideram que a sustentabilidade é o principal fator estratégico a ter em conta pelos decisores no mercado de escritórios, nos próximos 10 anos;

    - A conjugação de sustentabilidade, tecnologia e formas de trabalho irão, de forma significativa, diminuir os ciclos de vida dos edifícios, criando uma procura elevada para a renovação de ativos;

    - Os desenvolvimentos tecnológicos futuros terão um impacto significativo nos requisitos dos espaços e no fit-out dos mesmos, embora não com a amplitude que alguns operadores e profissionais inicialmente pensariam. Entre os elementos alvo de alteração incluem-se a mudança para sistemas de 12 volts, em detrimento da tecnologia elétrica de 240 volts; o cloud computing; e o recurso crescente a tecnologia móvel e colaborativa, que irá alterar a estruturação dos espaços de escritórios para um peso de 70% da componente social e 30% da individual;

    - O financiamento e o acesso a fundos continuará limitado e as parcerias criativas e o recurso a fontes de crédito alternativas serão cada vez mais requisitadas. Resta saber se serão suficientes para preencher a atual escassez de fundos.

    Fonte: Jones Lang LaSalle

    Golfe do Royal Óbidos Spa & Golf Resort abre ao público

    Publicado a 5 de Janeiro de 2012 . Na categoria: Noticias .

    O novo campo de golfe do Royal Óbidos Spa & Golf Resort abre ao público no próximo dia 2 de Janeiro de 2012. Com 18 buracos numa área total de 65 hectares, foi projectado por Severiano Ballesteros, jogador lendário e referência mundial na concepção de campos de golfe.

    A abertura referida terá lugar em simultâneo com o início de actividade do Restaurante “The Legend”, localizado no club house do Royal Óbidos Spa & Golf Resort e com capacidade para 100 pessoas, 40 no interior e 60 no exterior, com uma vista ímpar sobre o campo e o mar. Com um ambiente sofisticado, a gastronomia será diversificada, incluindo menus alargados de degustação ou simples snacks.

    O campo de golfe do Royal Óbidos Spa & Golf Resort visa sobretudo os mercados de Portugal e do Norte da Europa. Mais precisamente da Escandinávia, Alemanha, Áustria e Suíça, Reino Unido e Irlanda e Benelux. Espanha e França constituem também mercados preferenciais.

    O campo de golfe do Royal Óbidos Spa & Golf Resort dispõe de pacotes de anuidades para particulares e para empresas. Para os clientes individuais, os pacotes contemplam o agregado familiar (1º titular, cônjuge e membro descendente com menos de 18 anos de idade) e distinguem-se em quatro categorias: Proprietários Royal Óbidos residente no estrangeiro, Proprietários Royal Óbidos residente em Portugal, Residentes no estrangeiro e Residentes em Portugal. A Anuidade Empresa inclui opções de três a cinco membros.

    De acordo com Eduardo Johnston da Silva, director do campo de golfe do Royal Óbidos Spa & Golf Resort, “ o projecto Royal Óbidos tem como característica base o conceito da qualidade global. Isto é, proporcionar uma experiência de golfe totalmente focada no cliente, desde o check-in até ao 19º buraco. As principais características desta obra-prima do Severiano Ballesteros são: As vistas, 6 buracos com vistas para a Lagoa de Óbidos e 12 buracos com vistas para o Oceano Atlântico; A jogabilidade, proporcionando um desafio a jogadores de todos os níveis; As relvas de climas frios utilizadas, que garantem um campo de golfe homogéneo durante 365 dias do ano; As zonas de treino amplas de jogo comprido e jogo curto, adjacentes ao clubhouse. O nosso clubhouse oferece um espaço de lazer com uma localização única, com uma vista panorâmica sobre o campo de golfe e o Oceano Atlântico como pano de fundo, onde o jogador poderá usufruir de várias opções gastronómicas, ou simplesmente relaxar após o seu jogo”.

    Sobre o Royal Óbidos Spa & Golf Resort

    O Royal Óbidos Spa & Golf Resort, detido a 100% pela MSF TUR.IM, está implantado em 136 hectares de terreno na faixa costeira. Com uma baixa densidade de construção e utilizando materiais e técnicas de construção reconhecidas pelos padrões ambientais, as 630 unidades turísticas deste resort “amigo do ambiente” dispõem de uma vista única sobre o mar, a lagoa e o campo de golfe e encontram-se em comercialização.

    O empreendimento inclui um Hotel de 5 estrelas, servido por um Spa e sala de conferências, ao qual estará associado um conjunto de estúdios e apartamentos em regime “lock-off “. O design do campo de golfe teve como pressuposto a sua integração harmoniosa com a envolvente natural, tomando partido da ondulação do terreno, sendo o comprimento total do traçado de 6.400 metros. Como serviços complementares, o Royal Óbidos SPA & Golf Resort irá disponibilizar, além do campo de golfe, piscinas privadas e comuns, courts de ténis, paddel e um “bowling green”, ginásio, circuitos pedonais e ciclovias, restaurantes, bares e comércio. Classificado como projecto PIN (Projecto de Interesse Nacional) pela Agência Portuguesa para o Investimento, localiza-se na região Oeste, a 45 minutos de Lisboa e a dois passos da vila e lagoa de Óbidos, inserindo-se num conjunto de resorts de 5 estrelas que constituem o destino “Óbidos”. Para mais informações visite www.royalobidos.com

    Fonte: MSF TUR.IM
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